Guia: Dicas de manutenção e cuidados com seu relógio

Última atualização: 22/12/19.

Os relógios, como quaisquer outras máquinas, necessitam de cuidados e manutenções periódicas para que funcionem adequadamente e não sofram desgaste prematuro. A longa história da Seiko é repleta de relatos de usuários que utilizaram seus relógios por mais de três décadas sem sequer abrir a caixa para uma verificação básica, mas seria essa uma atitude prudente?

Certamente não. O período para a manutenção preventiva do seu relógio deve ser observado com cautela conforme o manual do usuário. Essa questão, a grosso modo, assemelha-se à manutenção automobilística, se não fizermos as revisões preventivas, a corretiva tende a ser muito mais dispendiosa e demorada. Alguns dirão que é bobagem e você só deve levar para manutenção quando o relógio apresentar algum problema, algo como “só leve seu carro para manutenção quando der defeito”, bem, não é como gosto de fazer as coisas.

Meu Seiko Bell-Matic 4006-6031 de 1974. Foto: @seikophd.

Caso seu relógio seja antigo ou você não tenha acesso ao manual, um tempo aceitável para a manutenção preventiva é por volta de cinco anos, dependendo de fatores como idade do relógio e conhecimento do histórico de vida do mesmo.

Por exemplo, se você acaba de adquirir um relógio vintage de um desconhecido é mais do que recomendado levá-lo ao seu relojoeiro de confiança para realizar uma inspeção e lubrificação geral, por outro lado, caso tenha comprado um relógio com bom histórico ou poucos anos de idade, poderá esperar um pouco mais. Ressalta-se que, caso o relógio seja exposto constantemente a ambientes extremos como os citados abaixo, o prazo para revisão será abreviado.

Seiko Prospex Turtle SRP773. Foto: pinterest.com/redcarbonite/

ÁGUA, AREIA E SAL

A água sempre será um ambiente crítico para a maioria dos relógios. Um ponto importante que costumo comentar com os amigos é que seu relógio é impermeável até o dia em que não é mais. Isso quer dizer que a impermeabilidade não é infinita e exige cuidados para ser mantida. Um ressecamento por conta da idade, uma distração do relojoeiro na hora de substituir as borrachas de vedação ou mesmo alguma falha no processo de montagem na fábrica podem ocasionar infiltração e danificar até mesmo um relógio de mergulho profissional.

No geral a vedação é feita por anéis de borracha e um silicone fino que ajuda a selar e preserva a borracha. Um relógio de mergulho, por exemplo, após aberto, passará por todo um processo específico para assegurar sua vedação (falarei mais futuramente), relojoeiros e equipamentos específicos são exigidos para esse tipo de serviço, afinal, você não vai querer estar a grandes profundidades e descobrir que seu relógio sofreu infiltração e parou de funcionar.

Seiko Prospex Turtle Save the Ocean Special Edition SRPD11. Foto: divulgação Seiko.

Caso o relógio entre em contato com água salgada, água de piscina, rios e etc. ele necessariamente precisa ser lavado com água doce (da torneira) corrente para remoção do sal, excesso de cloro e partículas sólidas conforme o caso. O sal, em especial, é uma substância extremamente corrosiva e caso penetre no interior do relógio este deverá ser levado imediatamente a um bom relojoeiro que procederá à desmontagem, limpeza e lubrificação completa da peça no intuito de interromper a oxidação. Não subestime o processo oxidativo, ao longo dos anos presenciei ótimos relógios se perderem após um embaçado no interior do cristal ser ignorado.

Após ser lavado com água corrente é recomendado secar completamente o relógio, cumprindo essas etapas ele estará pronto para continuar sendo utilizado ou ser armazenado. Neste caso eu costumo colocar sachês de sílica-gel para absorverem alguma umidade restante – excesso de zelo, confesso.

Móvel enrolador de relógios automáticos. Foto: jetsetmag.com

ACOMODAÇÃO

É extremamente importante acomodar corretamente seus relógios, o local onde eles ficarão vai influenciar diretamente o período de manutenção. O recomendado é guardá-los em um local de baixa umidade, sem grande amplitude térmica e especialmente protegido de correntes de vento e poeira.

Existem muitas caixa, pastas e cofres dos mais variados preços especialmente projetados para esse fim. No geral possuem casulos recobertos por veludo ou uma estrutura acolchoada pronta para receber seu relógio com a maior segurança. Os relógios, qualificados atualmente como verdadeiras joias, merecem um bom acondicionamento.

Meu Seiko Kinetic Divers 5M23 de 1995. Foto: @seikophd.

RELÓGIO PARADO POR MUITO TEMPO

Tratei de forma bastante aprofundada a questão de deixar ou não um relógio mecânico parado, acesse aqui o artigo que trará todos os detalhes, contudo agora quero chamar a atenção para os relógios a quartzo, sejam de baterias recarregáveis como os relógios Seiko Solar, Kinetic ou comuns que exigem troca quase anual.

Esses relógios estão sujeitos a um risco particular que será potencializado em virtude da idade e do calor, a vazamento ou estouro da bateria. Esse tipo de incidente derrama um líquido corrosivo na máquina acarretando, geralmente, a perda completa do maquinário. Esses relógios não devem ficar em locais muito quentes e nem esquecidos em gavetas, cuidado, se não for utilizá-los por muito tempo remova a bateria.

Seiko 5 Sportsmatic “Vietnam War” 6619-8060. Foto: pinterest.com/cody2267

MANUTENÇÃO PREVENTIVA

Começando a revisão, caso o relógio seja mecânico o relojoeiro removerá as “camadas” do maquinário (platinas) e então será analisada a necessidade de limpeza leve (escova de cerdas macias, soprador) ou mais pesada utilizando, por exemplo, a benzina, um subproduto do petróleo. As partes móveis são lubrificadas, o relógio é remontado e ajustada a precisão. Se as borrachas de vedação não estiverem ruins, normalmente não serão trocadas, apenas o silicone aplicado como falei acima.

Nos relógios a quartzo ocorre do relojoeiro ter mais dificuldade de acessar o interior da máquina que pode ser “blindada”, não permitindo ser aberta. Ademais, a manutenção costuma ser mais externa, não mexem na estrutura de circuitos por motivos óbvios. O relógio é limpo, lubrificado e remontado.

Máquinas Seiko. Foto: adventuresinamateurwatchfettling.com

MANUTENÇÃO COMPLETA

Nesse tipo de manutenção a ideia é desmontar completamente o relógio, peça por peça, limpar cada uma, lubrificar individualmente, remontar do zero e ajustar, às vezes, melhor do que foi feito na fábrica. É um tipo de manutenção delicada e que deve ser feita por profissional qualificado, você não desejaria ter seu relógio montado indevidamente ou faltando partes.

Esse tipo de manutenção é recomendada para aquele relógio vintage que você comprou sem conhecer o histórico ou ao menos a cada dez para os demais. Se você submete seu relógio constantemente a situações extremas, como já mencionado, o recomendado é abreviar esse período sensivelmente, até mesmo substituindo a revisão preventiva pela completa a cada cinco anos.

Seiko Automatic Chronograph LE SRQ029J1. Foto: divulgação Seiko.

CUSTO DAS MANUTENÇÕES

Nosso país tem dimensões continentais e por isso mesmo é difícil cravar um valor a nível nacional, ademais o custo vai variar de acordo com a complexidade do calibre, marca do relógio e certamente o estado de conservação. Para um calibre básico como o 7S26 dos relógios SKX ou um levemente mais complexo como o cal. 4R36 a média de uma manutenção básica em bons relojoeiros fica na faixa dos R$ 200,00. Já em uma manutenção completa espere pagar algo próximo ao dobro disso.

Sendo um calibre mais complexo como o 6138 (cronógrafo automático) espere algo entre R$ 300,00 e R$ 600,00. Você ainda pode optar por levar seu relógio à Assistência Técnica Autorizada Seiko que no Brasil é prestada pela Orient, acesse este link para ver a mais próxima de você, todavia espere valores mais elevados e um serviço mais demorado, como nosso amigo leitor João, do belo estado da Paraíba, relatou nos comentários desse artigo. O tempo médio da revisão varia de uma a quatro semanas dependendo de todos os fatores já citados.

Grand Seiko Godzilla 65th Anniversary Edition. Leia mais. Foto: divulgação Seiko.

A QUESTÃO DO SUOR

O suor é um mecanismo de regulagem de temperatura extremamente importante em nosso organismo, e apesar de ser composto majoritariamente por água, também podem ser encontradas substâncias como ureia, ácido úrico e sal. Portanto, podemos dizer que o suor é ácido e salgado, características que definitivamente não fazem bem para nossos relógios. Se o dia estiver mais quente podemos acabar transpirando em excesso e esse é um ponto a ser observado.

Pulseiras de couro, borracha e silicone podem sofrer um desgaste prematuro com a questão do suor. O ideal é aplicar periodicamente produtos específicos para hidratar e proteger o couro visando prorrogar sua vida útil. Estudo há muitos anos as propriedades e tipos de couro por conta da minha pequena coleção de botas e posso afirmar que um bom limpador/hidratante faz uma diferença enorme na estética e durabilidade do couro. Uma boa opção nacional é o Hydra Couro Hp, internacionais temos marcas de peso como Alden, Red Wing e Otter Wax. Já as pulseiras de borrachas ou silicone podem ser lavadas com sabão neutro esporadicamente e, caso queira, uma camada fina de silicone (desses usados no interior de automóveis) pode ser aplicada para proteger, hidratar e renovar sua aparência.

Seiko 6218-8971 Seikomatic Weekdater de 1965. Foto: hubcityvintage.com

Outro ponto importante em relação ao tipo de pulseira é saber em qual ambiente utilizá-las, anteriormente falei desse assunto no artigo que cito o relógio perfeito para seu churrasco (aqui), já que precisamos fazer um filtro e saber que certos locais colocarão em risco tipos específicos de relógios.

Quantos às pulseiras e relógios de metal, ambos podem ser lavados com sabão neutro (uso sabão de coco) e uma escova de cerdas macias de tempo em tempo, assim você remove aquela sujeira antes que vire uma crosta e mantém seu relógios livre das sustâncias abrasivas do suor.

Grand Seiko Hi-Beat 36000 SBGH266. Foto: divulgação Seiko.

CHUVA E CHUVEIRO

Pulseiras de couro devem evitar ao máximo o contato com a água, então procure não utilizá-las se sabe que vai se molhar, no entanto, caso seja inevitável, hidrate-as assim que possível e tudo deve ficar bem. Existem produtos específicos para impermeabilizar o couro, porém tendem a causar ressecamento, então, salvo raras exceções de algumas ceras, não recomendo. Os demais relógios, em especial os vintage, também devem evitar o contato com a chuva, exceto se você tiver certeza de que a vedação está em dia. Quanto ao banho, não use relógio, água quente, sabão, vapor vão ressecar completamente as vedações e favorecer uma infiltração.

Gostaria de entrar nos detalhes da coroa, contudo este Guia já está longo e deixarei para um próximo artigo (leia aqui o Guia das coroas), continue nos acompanhando e qualquer questão utilize os campos abaixo. Não deixe de assinar nossas notificações por e-mail, de se inscrever em nosso canal no YouTube, curtir nosso Facebook e de nos seguir no Instagram. Forte abraço!

 

 

19 comentários em “Guia: Dicas de manutenção e cuidados com seu relógio

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  1. Parabéns pelo belo texto e a honrosa menção ao meu nome. Nota-se que você toca esse site com extremo zelo, além de despender um tratamento bastante educado para com os “comentaristas”.
    No tocante à manutenção dos relógios, tenho alguns pontos que gostaria de ler seus apontamentos:

    1. Li em muitos fóruns e no YouTube que alguns indivíduos experientes no ramo da relojoaria e colecionismo simplesmente não recomendam dar manutenção em movimentos básicos da seiko por razões de preço e/ou robustez da máquina. Eu não concordo, visto que julgo 200 reais numa manutenção básica um preço justo e compatível com o valor do bem;

    2. Não uso nenhum dos meus relógios mecânicos em ambientes “hostis”. Para esses ambientes uso um g shock. Acabei tomando essa decisão quando avariei numa queda a máquina de um Seiko 5 que usava no meu tempo de serviço ativo na Marinha. Posto isso, depois de ler bastante, decidi dar manutenção nos automáticos com 5 anos contados da fabricação. O que acha? Ressalto que esses nunca entraram em água, ficam guardados em estojo especifico, num ambiente livre de correntes de ar e com temperatura amena; e

    3. O tempo de manutenção deve ser contato da fabricação da peça, correto? Pois tenho um seiko fabricado em 2016, porém vendido pela loja apenas em 2019. Achei tal fato meio esquisito.

    No mais, obrigado pelo site.

    1. Agradeço sua participação e rotineira gentileza meu amigo. Vamos às respostas:
      1. Cada caso deve ser analisado isoladamente, o Guia acima é uma referência geral. Quando alguns dizem para não dar manutenção acredito que estejam falando de um calibre 6119, por exemplo, dos anos 70, em um relógio extremamente simples (existem 6119 bem interessantes, eu mesmo estou atrás de três deles), mal conservado e que hoje valha na casa dos R$ 200,00 ou menos. Nesse caso pode ser que realmente não seja interessante essa manutenção a cada cinco anos, mas se a pessoa pretende usar esse relógio por mais uns 50 anos, o que é plenamente possível, será necessária uma manutenção em algum momento, talvez a cada dez anos, mas isso vai de cada um. De fato há relatos de 6119 funcionando há mais de 30 anos sem qualquer manutenção.

      2. Que bacana, não sabia que havia servido na gloriosa Marinha, mais uma vez me sinto honrado em tê-lo por aqui. Quanto aos 5 anos acho o ideal. Veja, se você estiver com certa quantidade de relógios ao ponto de usar cada um apenas uns dois ou três dias por mês, pode ser que decida prolongar um pouco as revisões dos menos usados para 7 ou 8 anos, já que você os conserva muito bem. Inicialmente não vejo qualquer problema nisso, inclusive eu mesmo faço as revisões um pouco após 5 anos, já que alguns relógios eu utilizo uma vez a cada dois meses (não é recomendado utilizar menos que isso, pois os óleos e lubrificantes podem “decantar” por força da gravidade, deixando os rolamentos secos).

      3. Se você comprou ele novo em 2019 e está em pleno funcionamento, você o utiliza com todos os cuidados que disse e armazena bem, pode contar a partir de 2019, você conhece o histórico do relógio, não vejo problema algum e realizar a manutenção em 2024, os calibres Seiko são feitos para durar.

      Forte abraço meu amigo!

      1. Sim, tive uma breve passagem pela Marinha do Brasil, sendo hoje tenente da reserva. Sou engenheiro mecânico de formação, mas atuo hoje como perito criminal.
        Off Topic: Na minha profissão atual sinto necessidade de um relógio que registre e memorize coordenadas geográficas e horários, pois necessito saber a hora que comecei uma perícia e a hora que terminei a mesma, no mínimo, além de precisar do registro do local onde a mesma foi executada (muitos casos se dão em zonas rurais ou simplesmente em locais sem endereço). Mandei certa vez um email para a Casio no Japão informando minha demanda, que não é atendida por nenhum modelo de sua gama. Responderam em português que não tinham modelo que me atendesse. Ideal seria um G Shock que registrasse isso em um celular. Pena que não me deram bola kk

      2. Entendo, acho que com essas especificações a Casio não tem mesmo, acredito que um gadget como Apple Watch ou esses de corrida da Garmin atenderão sua necessidade.
        Interessante a trajetória da Marinha para a perícia criminal meu amigo. Abraço!

      3. Não sou fã de smart watches, Ramon. Fora que queria tais especificações em um relógio ultra resistente, ou seja, um G Shock, mas paciência né kkk
        Com essas specs um G Shock seria caro e talvez eu não o usasse “sem piedade” como uso.
        Uma sugestão de matéria que eu acharia muito legal se rolasse aqui no site seria abordando ferramentas básicas e procedimentos pra que um entusiasta pudesse fazer pequenos ajustes, verificações e manutenções de relógios em casa (troca de pulseiras, de pilhas, abertura de caixas e algo nesse nível bem básico). Abraço!

      4. Compreendo a questão do G Shock, faz sentido.

        Excelente sugestão de pauta João, não tinha planejado em algo assim por envolver questões um pouco mais técnicas, mas pensando melhor acredito que possa ser útil e economizar algum dinheiro dos amigos leitores. Vou planejar, talvez inclusive com vídeos que estou pensando dedicar um pouco mais de tempo em 2020.

        Abraço e obrigado pela sugestão!

  2. Olá, Ramon. Deixei um G-Shock parado por 1,5 ano aproximadamente e vazou a bateria afetando o CI analógico, funcionando somente a parte digital. Nem a Casio do BR conseguiu consertá-lo. Uma pena, já que tinha trazido do Japão em 1990 e o modelo era todo em aço inoxidável. Desde então, troco baterias dos que tenho a cada 18 meses. Já nos meus automáticos, revisarei a partir de 2021. Excelente artigo como sempre. Abraço e bom fim de semana.

    1. Obrigado Carlos!
      Poxa, que pena meu amigo. Veja, acredito que essa máquina possa ser substituída por completo, assim teria seu relógio em pleno funcionamento. Já ouvi meu relojoeiro e velho amigo falando de situações parecidas. Já que seu relógio tem um valor sentimental e ainda é todo em aço, acredito que valha a pena. Vou fazer uma consulta com ele, sabe o modelo do seu relógio?

    2. O modelo é o G-5010, mas desgostoso, eu o vendi no ML em fevereiro desse ano. Ciente do defeito, comprador o adquiriu assim mesmo, pois achou o G-Shock lindo. (E realmente é, envio fotos posteriormente). Grande abraço.

  3. Lendo essa matéria lembrei de um Omega antigo que meu pai usava na década de 70 e que se perdeu por causa de ferrugem. Em algum momento entrou água acho que ele não percebeu e enferrujou a máquina do relógio. Acabamos vendendo em um loja do bairro, o que me arrependo muito. Talvez pudesse de ser recuperado. Parabéns pelo ótimo site.

    1. Obrigado Marcelo, fico feliz que tenha gostado de nosso site.

      Que história triste meu caro, é quase certo que um bom relojoeiro pudesse recuperar ou ao menos substituir a máquina para que pudessem manter esse relógio em família. Acredito que hoje não saiba o destino do relógio, não é?

      Abraço!

      1. Olá Ramon, realmente não tenho acesso a esses dados eu era muito jovem e o relógio se perdeu no tempo. Uma pena mesmo.

      2. Compreendo Marcelo, infelizmente não é incomum, como o amigo Carlos Sakamoto comentou acima. Realmente uma pena, obrigado por compartilhar. Abraço!

    2. Marcelo, sem querer me meter, mas sim ajudar: você tem o número de série do relógio? Sabe modelo específico? Creio que com esses dados você consigo individualizar o relógio do seu pai e quem sabe encontrar em sites de vendas.
      Boa sorte.

      1. Boa noite João. Não tenho, eu era muito jovem, realmente se perdeu. Obrigado pela ajuda.

      2. Que pena Marcelo, infelizmente incidentes assim acontecem constantemente, cabe a nós aprender e não repetir, não é mesmo? Abraço.

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